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A mostrar mensagens de setembro, 2017
São apenas papéis esquecidos. Tentativas. Falsos contentamentos. Meios tons. Horas e direções intermitentes num cada vez mais vazio passear. Mas há milagres. Milagres com nome de anjo que valorizam a tua desconhecida atenção, a tua duvidosa palavra. Que num dançar de olhares , que numa entrega improvável te lembram que nunca estarás sozinha. Razão ou imaginação. Realismo ou surrealismo. Coincidência? Destino. Escapam sem qualquer autorização, lavam-me o rosto como se tivéssemos em casa, sem ninguém. Viajo para sair de mim, para tentar formar soluções de uma outra posição. A tentar escapar à razão do culpado. Há dor mas também há broncopneumonias. Melhor que a mera gargalhada só mesmo a pura e puta da felicidade em si. Há momentos que não cabem num flash, felizmente, porque merecem melhor. Quanta certeza carregas contigo? Quanto do meu futuro há no teu? Quão presentemente me olhas? O que é que eu faço afinal?